Primeiro, anuncio que mudei o título daquele post em que se inicia a exposição de minhas redações.
Segundo, aqui tem mais duas.
1) Coletânea trazendo a lei antifumo em destaque.
TEMA: Como conciliar a liberdade individual com o bem-estar coletivo?
Liberdade sartre-sensocomuniana
Sartre dizia que um indivíduo é livre quando ele tem a oportunidade de escolha perante uma situação, e um pensamento que já caiu na ideia de senso comum é que a liberdade de uma pessoa acaba quando a de um terceiro se inicia. Isso gera pontos de vista distintos tendo em vista o comportamento e a verdadeira vontade do ser-humano.
Tomando como exemplo um fumando que está em um local público, diante da nova lei antifumo, por mais que ele tenha o desejo de fumar, está proibido. Este indivíduo não possui a oportunidade de acender seu cigarro e estar de acordo com a legislação civil (é um indivíduo não-livre aos olhos de Sartre). Todavia, caso não houvesse essa lei punitiva, e esse mesmo indivíduo quisesse fumar, ele invadiria a provacidade de outro cidadão que está a seu lado limitando a liberdade desse fumante passivo.
O caso da nova lei punitiva é uma prova oficial de que o Estado está limitando a liberdade dessas pessoas fumantes que não possuem, destarte, a opção de fumar em locais antes permitidos, devido ao fato do cigarro e derivados do tabaco serem prejudiciais à saúde humana, em especial a dos fumantes passivos, que eram obrigados a inalarem a fumaça desses produtos.
Dessa forma, tendo em vista o que foi discorrido, pode-se perceber que essa lei seria inútil caso hpuvesse bom senso e discernimento provenientes dos fumantes, uma vez que respeitariam os fumantes passivos e saberiam se retirar de recintos que tivessem indivíduos que não quisessem aspirar sua fumaça. E, neste caso, as ideias dispostas de liberdade andariam de mãos dadas.

Fonte: deviantart.com
Recebi um “O que é isso, companheiro?! Cuidado com neologismos!” em meu título.
NOTA: 7,5
…
2) Coletânea mostrando um trecho que discute as ideias de Schumpeter e o empreendedorismo.
TEMA: Escrever uma redação que contemple:
- O papel dos indivíduos na História;
- A importância dos empresários e empreendedores para o desenvolvimento capitalista;
- A participação dos grandes empresários na economia brasileira do século XX; e
- A atualidade do tema.
Fim da ingenuidade à francesa
O pensamento iluminista de mercado livre – o “laissez faire, laissez passer” – possibilitou que os princípios capitalistas fortificassem-se no mundo ocidental. Influenciado disso foi o Brasi, que, berço de ilustres visionários, correu atrás de sua industrialização e de sua consolidação no mercado interno e externo.
Barão de Mauá, figura privada e fortemente circuncidado pelo crescimento e desenvolvimento inglês, investiu seu capital, seja em estradas de ferro, seja no setor bancário, em prol de uma ascensão brasileira, visando sua maior inserção nas relações transnacionais. Todavia, era mister apoio estatal para qualquer sucesso.
Não obstante, o país obtivera outros dois indivíduos – desta vez em um âmbito estatal – que deram outras dimensões à participação brasileira no mercado: os presidentes Getúlio e Juscelino.
O presidente gaúcho, mais voltado às indústrias de base, criou empresas que engrandeceram a nação internamente, tais como a CSN e a Vale do Rio Doce. Ora, mas como um Estado não desenvolve seu setor industrial sem apoio capital, criou-se, nessa gestão, o BNDES, cujo crédito, ainda hoje, repercute importantemente quanto ao financiamento de investimentos de empresas nacionais.
Já J.K., voltou-se ao mercado transnacional, permitindo que grande número de empresas estrangeiras, sobretudo automobilísticas, tivessem o Brasil como destino. Todo esse processo de tentativa do avanço brasileiro de 50 anos em 5 – que ilustra seu governo – aumentou o giro de capital e, concomitantemente, a taxa de emprego.
Após toda e qualquer corrida industrial, reconfigurou-se o liberalismo para o keynesianismo e o Brasil, a exemplo disso, traz em sua história amostras de que o capitalismo pode ser bem alimentado com certa intervenção estatal revelando a expressão francesa como ingênua.

Fonte: deviantart.com
Nesse eu não recebi observações.
NOTA: 8,0
Quem tiver interesse em comentar ou corrigir qualquer coisa dita, seja pela sua história, seja pelo conceito, será bem-vindo.